Repúblicas estudantis, arbitrariedade e exclusão
Por Aluízio de Araújo Couto Júnior
Em 2010, o programa da Rede Globo Profissão Repórter visitou Ouro Preto porque queria fazer uma reportagem sobre o cotidiano de parte dos estudantes da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Quando exibido, o programa deu destaque às festas realizadas pelos alunos dentro de algumas repúblicas. O que a reportagem falhou em mostrar é que na cidade existe um conjunto de repúblicas que são muito mais do que meras casas que abrigam estudantes. São as chamadas “repúblicas federais”. As repúblicas federais são casas que pertencem à universidade. Morar nelas dá algumas vantagens, das quais cito duas: não há aluguel e tais casas estão entre as melhores de Ouro Preto. Isso é significativo porque os estudantes têm a oportunidade de morar em boas casas sem ter de se preocupar com os altos alugueis cobrados de quem tem de morar nas repúblicas que não são da universidade. Essas últimas são chamadas “repúblicas particulares”.
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Estação Cultura de Miguel Burnier
Aprovado pela Lei Rouanet, Lei Federal de Incentivo a Cultura, na 186º reunião da CNIC_MinC, o projeto do 3º Festival Cultural de Miguel Burnier inicia sua busca pela captação dos recursos por patrocinadores. Uma iniciativa do Projeto Estação Cultura que pretende realizar em setembro de 2011 a terceira edição do Festival que valoriza, resgata e eleva a cultura e os artistas de Miguel Burnier. Estão previstas no projeto oficina de construção e manutenção de tambores de congado a ser ministrada para os congadeiros de Miguel Burnier e 13 apresentações culturais, durante dois dias de evento, com artistas de Miguel Burnier e regiões próximas.
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Turmas multiseriadas na rede estadual de Minas Gerais – um crime contra crianças e adolescentes
De Chico Science a Lavras Novas: Ouro Preto é Pedra e Palavra
Modernizar o passado é uma evolução musical. Quando Chico Science surgiu, abriu caminho para uma pá de propostas musicais que especulavam a conversão da própria aldeia num universo expandido. O cara conseguiu, falando do mangue, redesenhar o Brasil. Isso não é novo. Algumas parábolas chinesas, dessas de mil anos, já especulavam isso. E também o Gandhi, que dizem, não era nenhuma Tereza de Calcutá. Dito isso, voltemos para nossa taba, ou alguém duvida que temos um quelóide oriundo de uma flechada na coxa? Essa taba em foco, no entanto, foi coberta pela engenharia portuguesa de construção e pelo oportunismo europeu em tempos de expansão colonial. Chegaram num lugar com uma geografia irregular, um buraco cercado de montanhas por todos os lados e deveriam ter dito, como seria de se esperar: que buraco, não será possível construir um cidade aqui nunca. Mas o ouro era tanto e de tão boa qualidade que disseram: dane-se! Vamos construir uma cidade aqui mesmo.
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Santa Casa de Ouro Preto vai exigir número do Cadastro Nacional de Saúde para os atendimentos
A Santa Casa da Misericórdia de Ouro Preto (SCMOP) informa que, a partir do dia 19 de Março de 2012 (segunda-feira), todos os pacientes deverão apresentar o número do Cadastro Nacional de Saúde (CNS) para receber atendimento. O CNS é o registro do usuário do Ministério da Saúde (MS). A obrigatoriedade do CNS se estende a todos, independentemente se o cliente será atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou outro convênio.
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Ouro Preto recebe seminário sobre Chuvas e Desastres Urbanos
Para buscar meios que minimizem tragédias decorrentes do aumento na ocorrência de enchentes urbanas, deslizamentos e quedas de encostas causadas por grandes volumes de chuva, o Governo de Minas, por meio do Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Água Unesco-Hidroex, e parceria com a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), promove, nos dias 20 e 21 de março, o Seminário Internacional Chuvas e Desastres Urbanos, em Ouro Preto.
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Porque não devemos criminalizar a homofobia

A homofobia é deplorável. No Brasil, o preconceito e a violência, física ou simbólica, baseada no preconceito são generalizados. Concordar com essas afirmações não implica concordar com a criminalização da homofobia. Trata-se, sim, de um problema social gravíssimo, que deve ser encarado sem meias-verdades ou subterfúgios pela sociedade. Precisamente por esse motivo, a aposta da criminalização não presta.
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Fotos e cromografias de Raymond Asséo serão expostas em Ouro Preto
O repórter fotográfico francês Raymond Asséo, radicado no Brasil, exporá o melhor de seu trabalho em uma retrospectiva de sessenta anos dedicados à fotografia. Trata-se da mostra Raymond Asséo – Fotografias e cromografias, sob curadoria de Margareth Monteiro e Janine Ojeda, que será inaugurada na Sala Manoel da Costa Athaíde, Anexo I do Museu da Inconfidência, às 20h30 do dia 23 de março, sexta-feira, permanecendo em cartaz até 29 de abril.
O público poderá conferir, gratuitamente, fotografias em preto e branco e cromografias de artistas ou personalidades, rostos anônimos, cenas de rua, objetos e paisagens. “A exposição retraça instantes que despertaram a emoção de um contato entre minha sensibilidade e o que observei a meu redor pelo mundo”, destaca Asséo, que já expôs em museus de Paris, Londres, Genebra – cidade da qual foi fotógrafo oficial de 1962 a 1973 –, Torino, Israel, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
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Classe média brasileira quer o direito de destruir o planeta
por Marques Casara, no Ambiente Já
O consumidor não admite levar sua própria bolsa para o supermercado. Quer a sacolinha e quer exercer o direito soberano de transformar o planeta em um depósito de lixo.
A lei que proíbe o uso de sacolas plásticas nos supermercados de São Paulo não pegou. Ou melhor, pegou, mas engasgou na arrancada, empacou, entrou água. Por duas vezes foi adiada. Corre o risco de não acontecer, morrer no papel.
É verdade…… essa lei não pegou – dirá você enquanto exerce seu direito de cidadão, na gôndola de um bom supermercado.
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